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Sensibilidade ao Glúten PDF Imprimir E-mail
Por Gabriel de Carvalho   
Sensibilidade ao Glúten Não Celíaca - cada vez mais frequente na população

         Substituir as frutas por barras de cereal com aveia e trigo e o jantar por lanches a base de pães e bolos vem piorando cada vez mais a saúde da população.

Isto porque o alto consumo de alimentos ricos em farinha de trigo, centeio, cevada, aveia e malte esta relacionado ao desenvolvimento de alergia tardia ao glúten, também chamada de hipersensibilidade ao glúten, onde os sintomas são os mais variados, incluindo diarreia ou prisão de ventre, alteração tireoidiana, rinite, sinusite, alterações na pele, doenças autoimunes, enxaqueca, depressão, sensação de inchaço, aborto, aumento da gordura abdominal ou emagrecimento, entre outros. Nestes casos a eliminação dos alimentos com esta substância normalmente proporciona o final do desconforto gerado por estes sintomas. No caso da aveia, o glúten está presente como um contaminante do processo de produção, e não naturalmente no grão.

O glúten, apesar de ser uma proteína de difícil digestão, não teria se tornado um problema tão importante em nossa sociedade caso não fosse tão consumido, o que é comprovado por uma baixíssima ou quase inexistente frequência de problemas a ele relacionados nas sociedades que os consomem com menor frequência.

Uma importante doença conhecida relacionada ao consumo do glúten é a doença celíaca, esta é caracterizada pela auto-destruição do intestino ( auto imunidade) e deve ser diagnosticada através de exames de sangue específicos além de biópsia do intestino, coletada através de uma endoscopia digestiva de rotina como já feita por muitos.

Em 2012, uma pesquisa foi realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), observando um grupo de 4.000 doadores de sangue. O resultado mostrou que, em cada 286 pessoas, ao menos uma tinha doença celíaca. Foi usado o termo 'ao menos', porque alguns dos resultados de exame de sangue podem ter dado um resultado falso negativo. Os voluntários só foram encaminhados a biópsia quando o primeiro teste era positivo.

O nutricionista clínico Thomas O'Bryan, da Institute for Functional Medicine, nos EUA, afirma que, em seu país, uma em cada quatro crianças examinadas são celíacas. Quando alguém lhe pergunta se há um sintoma mais evidente, ele costuma usar uma frase de um gastroenterologista pediátrico da Nova Zelândia, Rodney Ford: “O sintoma comum da intolerância ao glúten é estar doente”. Segundo o especialista, em qualquer tipo de doença, essa reação deve ser considerada.

Observe seu organismo, controle os excessos e procure um nutricionista funcional para realizar o rastreamento metabólico, que constata possíveis intolerâncias e/ou alergias alimentares.

 

Dra. Juliana Bueno, Nutricionista Funcional da Clínica Carvalho.

Segue link da entrevista sobre glúten do Dr. Gabriel de Carvalho:

http://www.youtube.com/watch?v=QP3DFXa2kqw

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